segunda-feira, 24 de março de 2014

II Seminário Internacional Culturas e Desenvolvimento (SICDES), o II Congresso Sul-Brasileiro de Promoção dos Direitos Indígenas (CONSUDI) e o V Colóquio Catarinense de Ensino Religioso


Dias 14 e 16 de maio de 2014







2º SEMINÁRIO: AFRICANIDADES E FÉ

27 e 28 de Março de 2014
Tema: Ancestralidade e a Prática de Fé na Diversidade Amazônica
Local: OAB/PA,
Praça Barão do Rio Branco, 93 - Campina Belém-PA - CEP: 66015-060 Fone:(0xx91) 4006-8600 Fax: (91) 4006-8603

As questões relacionadas ao universo da fé da comunidade negra têm instigado mais e mais a um aprofundamento das compreensões do lugar das africanidades no cotidiano da vida do povo negro na sociedade brasileira. Os elementos da ancestralidade subjazem no modo do povo brasileiro organizar e expressar sua dimensão religiosa. Os preconceitos e o racismo, no entanto, influenciam decisivamente no processo de repulsa, marginalização e exclusão dos aspectos indenitários relacionados à religiosidade africana ou afro-brasileira. Para tal importante considerar o crescimento nos últimos anos dos atos de intolerância contra as religiões de matriz africana.

“1964. LEMBRAR PARA NÃO ESQUECER”


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PROGRAMAÇÃO DA SEMANA “1964. LEMBRAR PARA NÃO ESQUECER”50 anos do Golpe Militar
31 de março a 6 de abril de 2014

quinta-feira, 13 de março de 2014

Absurdo é pouco!!!


Mães evangélicas boicotam vacinação de filhas contra HPV

Mães evangélicas afirmam que suas filhas “se sentiriam imunizadas e tentariam experimentar o novo” e que a melhor forma de prevenir Doenças Sexualmente Transmissíveis é a fidelidade no casamento

Recentemente, o Ministério da Saúde brasileiro lançou uma campanha nacional para vacinação de adolescentes contra o papilomavírus humano (HPV), vírus tido pelos especialistas como uma das principais causas de câncer no colo do útero. Porém, a campanha, que tem como público alvo meninas entre 11 e 13 anos, tem recebido resistência por parte de algumas religiosas antes mesmo de iniciar.
Marcada para começar no dia 10 de março de 2014, a vacinação das adolescentes estaria sendo boicotada por um grupo de mães evangélicas, que querem evitar que suas filhas tomem a vacina afirmando que a mesma pode incentivar a prática sexual.
Segundo uma matéria que tem circulado na internet (do Estado do Espírito Santo), algumas mães afirmam que, com a vacina, suas filhas “se sentiriam imunizadas e tentariam experimentar o novo”. Uma das defensoras desse ponto de vista seria a pastora e psicanalista Raquel Diniz Jantorno, 38 anos. Mãe de duas meninas atualmente com 10 e 3 anos de idade, ela afirma que não permitirá que as filhas recebam a vacina quando tiverem idade para isso.
- Não tenho nada contra o cuidado do Ministério da Saúde com o povo brasileiro, mas acho que essa vacina é desnecessária. A melhor forma de prevenir Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) é a fidelidade no casamento – afirma a pastora.
- Essa é uma idade em que os hormônios estão à flor da pele e tudo desperta curiosidade. Com a vacina, elas se sentiriam imunizadas e tentariam experimentar o novo – completa.
A opinião de Raquel é defendida também pela evangélica Elizângela Gomes, 28, mãe de uma menina de 7 anos, que também afirma não haver necessidade da filha receber a vacina quando estiver na idade.
- O que previne mesmo as meninas do HPV é a relação com um só parceiro. Desde já converso com ela numa linguagem simples, que ela entenda, sobre a sexualidade – defende a dona de casa.
Segundo a reportagem, o presidente da Associação de Pastores Evangélicos da Grande Vitória, Enoque de Castro, também se pronunciou sobre o assunto, dizendo acreditar que a vacina é uma boa solução para a doença, mas que concorda que a melhor prevenção é a fidelidade.
Veja abaixo a reprodução da matéria:
mães evangélicas hpv

quarta-feira, 12 de março de 2014

Investigação de espionagem de movimentos sociais continua sem avanços

A espionagem feita pela mineradora Vale e pelo Consórcio Construtor Belo Monte de ativistas e movimentos sociais, descoberta há cerca de um ano, continua sem ações efetivas por parte do governo brasileiro. Diante disto, organizações de direitos humanos estão agindo no sentido de investigar as denúncias e propor recomendações ao governo.
A Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) e a Organização Mundial contra a Tortura (OMCT) realizaram, no marco do Observatório para a Proteção dos Defensores de Direitos Humanos, uma missão de investigação que percorreu Belém, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, em fevereiro deste ano. Durante esse período, os advogados Alexandre Faro e Jimena Reyes conversaram com a sociedade civil, vítimas, movimentos sociais, representantes do governo, da Vale, do Consórcio Construtor de Belo Monte e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


Justiça Global
Membros da FIDH durante apresentação das conclusões preliminares da Missão

Caminhada pela liberdade religiosa em Belém


terça-feira, 11 de março de 2014

Seminário em Belém será no mês de agosto

 O projeto Descaminhos da Intolerância: imagens, identidades, testemunhos e reflexões construindo uma cultura de paz  está voltado para as áreas da História, Cinema, Ciências Sociais, Literatura e Educação com ênfase nas diferentes formas de intolerância que afligem a sociedade contemporânea.