quarta-feira, 22 de abril de 2015

Eventos discutirão educação étnico-racial e educação do campo no contexto amazônico


De 13 a 15 de maio serão realizados, no Campus de Castanhal, a IV Kizomba Pedagógica na Amazônia, o II Simpósio de Educação do Campo e o I Seminário Saberes Africanos e Afro-Brasileiros na Amazônia. Os eventos contarão com seminários, mesas-redondas, grupos de trabalho, vídeos-documentários, cursos e oficinas.
O objetivo principal é possibilitar um espaço permanente de luta e de análise sobre práticas de educação antirracistas, étnico-racial, educação do campo no contexto Amazônico, além de contribuir com debates internos, com a formulação e implementação de políticas públicas educacionais e intersetoriais, em todas as esferas de poder.

Em Belém: VI Conferência Internacional de Direitos Humanos

De 27 a 29 de abril | Belém • Pará • Brasil.
 
 


Inscreva-se aqui!
  

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Professores/as, participem do Missão Pedagógica no Parlamento

Convidamos os/as professores/as regentes em escola pública que tenham interesse em trabalhar com seus alunos as temáticas "Democracia", "Cidadania" e "Poder Legislativo", que a Câmara dos Deputados está recebendo inscrições até o dia 26 de abril para capacitação gratuita em Educação para Democracia do Programa de Capacitação Missão Pedagógica no Parlamento.
A Formação Continuada será realizada em 90 horas, em dois módulos: Módulo Presencial ( 40 horas) ocorrendo em Brasília no período de 31 de agosto a 4 de setembro e Módulo de Aplicação(50 horas) na modalidade à distância, no período de 15 de setembro a 21 de novembro.
O processo seletivo para ingresso no programa consistirá em participação no curso a distância" Educação para a Democracia e o Parlamento". 
A Câmara dos Deputados custeará as passagens aéreas, a hospedagem e a alimentação aos professores selecionados para o Módulo Presencial.
 
O edital está disponível no link : Edital

Para maiores informações e realização das inscrições acessar: Missão Pedagógica no Parlamento

Minas Gerais - Professores de História e Ensino Religioso de Congonhas se reúnem


Ampliar imagem
Secretária de Educação, Maria Aparecida Resende, se reúne com professores de História e Ensino Religioso.
No dia 12/03/2015, a  Secretária de Educação, Maria Aparecida Resende, se reuniu com os professores de História e Ensino Religioso,  na Casa do Professor, com o objetivo de abordar questões referentes às competências e habilidades a serem desenvolvidas nas referidas disciplinas e sobre as estratégias de ensino que promovem uma participação mais efetiva dos alunos.  Destacou ainda  sobre a importância  da História e do Ensino Religioso como difusoras da cultura, do patrimônio  e de valores que permeiam a sociedade.
Houve a participação do Diretor Presidente da FUMCULT, Sérgio Rodrigo Reis,  que discorreu  sobre os 30 anos do título  de Patrimônio  Mundial,  concedido pela UNESCO, ao Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, na cidade de  Congonhas, MG.  Ele enfatizou sobre a importância da participação dos professores como mediadores dessas discussões nas escolas,  sobre  os  mecanismos  de informação disponibilizados pela FUMCULT e também sobre os trabalhos para a inauguração do Museu.
Os professores apresentaram várias ações que são articuladas  nas Escolas  visando o desenvolvimento da cidadania dos alunos, o resgate e a valorização da cultura e do patrimônio local.

Fonte: SEE

Paraíba - I Seminário Municipal de Ensino Religioso


Ampliar imagemO I Seminário Municipal de Ensino Religioso foi realizado pela Prefeitura Municipal de Bayeux, atráves da Secretaria de Educação e a Coordenação de Ensino Religioso. Com apoio da Universidade Federal da Paraíba, nas Pessoas dos professores Lusival Barcellos e Eunice Simões e também com a perceria das Edições Paulinas, na pessoa do Professor Vanderlan (Gerente Geral). Tendo como publico alvo professores, supervisores e diretores. O evento que teve como tema; Diversidade, Tolerância e Educação, busca fazer uma reflexão obre o papel do ensino religioso nas escolas, bem como sua contextualização na pós-modernidade. Na abertura dia 04 às 19:00, refletimos sobre o papel da Educação na atualidade e seus desafios. Na sexta, falou-se das práticas em sala de aula, dos conteúdos, das bases epistemológicas, bem como o lugar do mesmo na escola pública. O evento contou com a presença do prefeito Dr. Expedito Pereira, grande incentivador e responsável direto pela implantação da disciplina no município, bem como dos vereadores, representantes de comissões religiosas e da comunidade em geral. Sendo realizado no CEFOR (Centro de Formação de Professores - Av. Liberdade, próximo aos Correios), nos dias 04 e 05 de Dezembro de 2015.

Fonte: Secretaria Municipal de Educação - Bayeux

Bibliografia - Xintoísmo

Ampliar imagem
AZEVEDO, Murilo Nunes, O pensamento do Extremo Oriente: o olho do furacão. S. Paulo : Pensamento. 
BATH, Sérgio. Xintoísmo o caminho dos deuses. São Paulo : Ática, 1998. 
BEAVER, R. Pierce; BERGMAN, Jan; LANGLEY, Myrte S. d d. As religiões do mundo. S. Paulo : Melhoramentos, 1996. 
 DELUMEAU, J. As grandes religiões do mundo. Lisboa : Editorial Presença, 1997.
 —. De Religiões e de homens. São Paulo : Loyola, 2000. 
HENRIQUES, Antônio Renato. Introdução ao orientalismo: o pensamento oriental e o ocidente. Porto Alegre : EST, 1991. 
HELLERN, Victor; NOTAKER, Henry; GAARDER Jostein. O livro das religiões. S. Paulo :  Companhia das Letras, 2000. 
KÖNING, Franz Cardeal; WALDENFELS, Hans. Léxico das Religiões. Petrópolis : Vozes, 1998.  
OZAKI, André M. As religiões japonesas no Brasil. S. Paulo : Loyola. ROHDEN, Huberto. O espírito da Filosofia Oriental. 4. d. S. Paulo : Alvorada.
 ROHMANN, Chris.  O livro das idéias: pensadores, teorias e conceitos que formam nossa visão de mundo.  Rio de Janeiro: Ed. Campus,  2000. 
ROCHEDIEV, Edmond. Xintoísmo: e novas religiões do Japão. Lisboa: Verbo,1982 
SUN-TZU. A arte da guerra: os treze capítulos originais. São Paulo: Jardim dos Livros, 2006


Fonte: Luiz Alberto Sousa Alves

Ministro convoca audiência pública para discutir ensino religioso em escolas públicas

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso convocou para o dia 15 de junho de 2015 audiência pública para discutir o ensino religioso nas escolas públicas brasileiras. O tema é alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439, ajuizada em agosto de 2010 pela então procuradora-geral em exercício, Deborah Duprat. O ministro Roberto Barroso é o relator do processo.
Todos os interessados em participar devem enviar mensagem para o e-mail ensinoreligioso@stf.jus.br até o dia 15 de abril. A solicitação de participação deve conter a qualificação do órgão, entidade ou especialista, conforme o caso, a indicação do expositor, acompanhada de breve currículo de até uma página, e o sumário das posições a serem defendidas na audiência.
Em seu despacho, o ministro esclarece que os participantes serão selecionados, entre outros, pelos seguintes critérios: representatividade da comunidade religiosa ou entidade interessada; especialização técnica e expertise do expositor; garantia da pluralidade da composição da audiência e dos pontos de vista a serem defendidos.

Constitucionalidade
O ministro Barroso explica que, na ação, busca-se conferir interpretação conforme a Constituição Federal a dispositivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (caput e parágrafos 1º e 2º do artigo 33 da Lei 9.394/1996) e ao acordo firmado entre o Brasil e a Santa Sé (Decreto 7.107/2010) “para assentar que o ensino religioso em escolas públicas deve ter natureza não confessional, com proibição da admissão de professores na qualidade de representantes das confissões religiosas”.
A Procuradoria-Geral da República defende a tese de que a única forma de compatibilizar o caráter laico do Estado brasileiro com o ensino religioso nas escolas públicas consiste na adoção de modelo não confessional, em que a disciplina deve ter como conteúdo programático a exposição das doutrinas, práticas, história e dimensões sociais das diferentes religiões, incluindo posições não religiosas, “sem qualquer tomada de partido por parte dos educadores”, e deve ser ministrada por professores regulares da rede pública de ensino, e não por “pessoas vinculadas às igrejas ou confissões religiosas”.
O ministro Barroso destaca três pontos a serem discutidos na audiência pública, para a qual poderá ser designada uma data adicional, caso seja necessário: as relações entre o princípio da laicidade do Estado e o ensino religioso nas escolas públicas; as diferentes posições a respeito dos modelos confessional, interconfessional e não confessional e o impacto de sua adoção sobre os sistemas públicos de ensino e sobre as diversas confissões religiosas e posições não religiosas; e, por fim, as diferentes experiências dos sistemas estaduais de educação com o ensino religioso.
Segundo o ministro, “tais questões extrapolam os limites do estritamente jurídico, demandando conhecimento interdisciplinar a respeito de aspectos políticos, religiosos, filosóficos, pedagógicos e administrativos relacionados ao ensino religioso no país”, o que recomenda “a convocação de audiência pública para que sejam ouvidos representantes do sistema público de ensino, de grupos religiosos e não religiosos e de outras entidades da sociedade civil, bem como de especialistas com reconhecida autoridade no tema”.

Convites
Por determinação do ministro Luís Roberto Barroso, serão convidadas a participar da audiência 12 entidades. Além do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), serão chamadas as seguintes entidades representativas de confissões religiosas e de posições não religiosas: Confederação Israelita do Brasil (Conib), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Convenção Batista Brasileira (CBB), Federação Brasileira de Umbanda (FBU), Federação Espírita Brasileira (FEB), Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), Igreja Assembleia de Deus, Liga Humanista Secular do Brasil (LIHS), Sociedade Budista do Brasil (SBB) e Testemunhas de Jeová.
Os ministros do STF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, também serão convidados.

RR/CR