quinta-feira, 15 de abril de 2021

SOU LGBTI+ SIM! – DIVERSIDADE E VIDA CRISTÃ

Lançado o 1º módulo do Programa de Formação de Lideranças Evangélicas Afirmativas - FLEA.lab, do Evangélicxs pela Diversidade e Plataforma Intersecções.


<<NÃO PRECISA ADERIR AO PROGRAMA COMPLETO PARA FAZER O MÓDULO>>

Para quem se destina: O Laboratório de Formação de Lideranças Evangélicas Afirmativas - FLEA.lab é uma iniciativa de formação para juventude, ativistas e lideranças evangélicas progressistas de todo o país, para abordar o tema da diversidade sexual e de gênero no mundo evangélico a partir de uma perspectiva afirmativa.

Quando e onde: Turma 1 - 20, 21 e 22 de abril (terça, quarta e quinta), das 19h às 21h | Turma 2 - 24 de abril (sábado), das 13h às 19h. As aulas serão na Plataforma Zoom.

Custo: R$ 50,00, à venda na loja da plataforma Intersecções - https://bit.ly/FleaLab1Modulo.

Facilitador: Bob Luiz Botelho é co-fundador e coordenador executivo do Evangélicxs Pela Diversidade, reverendo da Iglesia Antigua de las Américas (IADLA - Brasil), missionário há mais de 10 anos, LGBTI+, tem formação em missiologia e teologia pastoral, cursa Geografia na UFPR. Através da Coalizão Religiões, Crenças e Espiritualidades em Diálogo com a Sociedade Civil, tem participado de fóruns internacionais, incluindo a OEA, e integrou a equipe da Global Interfaith Network. É produtor cultural e já trabalhou com companhias profissionais de dança e na produção de grandes festivais.

Para maiores informações sobre o FLEA.lab e para acessar o conteúdo programático e proposta pedagógica do curso, acesse https://bit.ly/FleaLabInfo

terça-feira, 16 de março de 2021

Participe do evento online “Intolerância Religiosa no Brasil: Direitos Humanos - Novos Fundamentalismos - Exclusão”

Será realizado na próxima quarta-feira, 17/03, às 10h de Brasília, o evento online “Intolerância Religiosa no Brasil: Direitos Humanos - Novos Fundamentalismos - Exclusão”. A atividade, que ocorrerá em paralelo à 46ª sessão ordinária de Direitos Humanos das Nações Unidas, tem por objetivo analisar e debater os impactos das agendas fundamentalistas na vida das mulheres, povos originários e comunidades tradicionais.

Organizações religiosas e de direitos humanos, entre elas o CONIC, são proponentes desta ação, que também tem como objetivo é ouvir experts da ONU sobre liberdade religiosa, os standards internacionais aplicáveis em matéria de intolerância religiosa e os caminhos práticos para superá-los. 
 
Os organizadores esperam identificar as interconexões entre os diferentes fundamentalismos para a articulação e formação de alianças estratégicas entre diferentes grupos e movimentos. Compreende-se que os fundamentalismos resultam de estratégias que ameaçam e buscam controlar as democracias, afetando diretamente a defesa e ampliação dos direitos humanos, econômicos, sociais, ambientais e culturais. Os fundamentalismos desafiam as respostas desenvolvidas por organizações de direitos humanos e reduzem o espaço de participação da sociedade civil organizada.
 
A mesa será composta por:
  • Ahmed Shaheed, relator Especial das Nações Unidas sobre Liberdade de Religião ou Crença; (a confirmar)
  • Adelaide Lopes, Ñandesy Kaiowá (Pajé) membra da Aty Guasu Kaiowá e Guarani no Mato Grosso do Sul e do movimento de mulheres indígenas; 
  • Wania Sant'Anna, historiadora, membro da Coalizão Negra por Direitos, com pesquisas no campo das relações de gênero e relações étnico/raciais. Ex-Secretária de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro e atualmente vice-presidente do Conselho do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE);  
  • Magali do Nascimento Cunha, doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunicação e Religião da INTERCOM (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação). Coordenou a pesquisa Fundamentalismos, crise da democracia e ameaça aos direitos humanos na América do Sul;
  • Romi Márcia Bencke, pastora, bacharel em Teologia pelas Faculdades EST, mestre em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora, secretária-geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC). 
 
A mediação será realizada por Paulo Lugon, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). O evento será transmitido pelas redes sociais das organizações proponentes, o que possibilitará aos internautas acompanhar o debate, comentar e enviar perguntas aos palestrantes. A Pa. Dra. Elaine Neuenfeldt, do Programa Global de Justiça de Gênero da Aliança ACT, e a Irmã Lúcia Gianesini, vice-presidente do Cimi, farão a abertura do evento.
 
Organizações proponentes:
 
  • Conselho Indigenista Missionário - Cimi
  • Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil - CONIC (no dia do evento, clique aqui https://www.facebook.com/conselhonacionaldeigrejas para assistir)
  • Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil - AMDH
  • Movimento Nacional de Direitos Humanos - MNDH
  • Coalizão Negra por Direitos
  • Fórum Ecumênico ACT Brasil - FE ACT Brasil
  • ACT Alliance
  • Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - Ibase
  • Fundação Luterana de Diaconia - FLD
  • Sinfrajupe - Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia
  • Coordenadoria Ecumênica de Serviço - CESE
  • Processo de Articulação e Diálogo Internacional - PAD
  • KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço
  • Red Latinoamericana Iglesias y Minería - IyM
  • DIACONIA
  • Misereor
 
Serviço:
 
O quê: Evento para debater intolerância religiosa, direitos humanos, novos fundamentalismos e exclusão.
Quando:  Quarta-feira, 17 de março, às 10h (horário de Brasília). Durante a 46º sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.
Quem: Organizações proponentes do evento.
Por onde acompanhar: Pelas redes sociais das organizações proponentes, como aqui https://www.facebook.com/conselhonacionaldeigrejas

Fonte: CONIC

 

GMSECA convida para Seminário "Mulheres em Movimento"



 
Neste mês das mulheres, o Grupo de Pesquisa Movimentos Sociais, Educação e Cidadania na Amazônia - GMSECA/UEPA - promove o seminário Mulheres em movimento: reflexões e ações das mulheres nos sindicatos, partidos políticos e movimentos sociais.
O evento será todo online pela plataforma Google MEET, de 22 a 24 de março de 2021, sempre das 18h30 as 21h30.
A inscrição para participar é feita no link https://forms.gle/AaRuuTVLWb62y16b9

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Ramagem ganha nova marca

O Instituto Ramagem nasceu, em 21 de janeiro de 2013 (Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa), da iniciativa de pessoas que se dedicam em promover a diversidade religiosa e combater todas as formas de violência com motivação de fé.
Inspirada nesta história e pela grandiosidade das Samaumeiras, a artista plástica Melissa Coppe elaborou a nossa nova logo: um ramo circular aberto com folhas coloridas.
E é isso que o Ramagem busca ser em sua trajetória. 
Atuando sempre no princípio do círculo, quando tudo se iguala, ninguém em frente ou atrás; na abertura ao diálogo, ao acolhimento; na beleza da diversidade, do multiculturalismo; e tudo isso fincado nas raízes dos direitos humanos.

Nossa gratidão à Melissa Coppe.
E para quem quiser conhecer mais dos seus trabalhos, acesse seu blog: https://www.melissacoppe.com/ 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Religiões pela Paz Brasil lança declaração pela vacinação

Religiões pela Paz Brasil une lideranças de múltiplas crenças para assinar documento que conclama governantes e população a se comprometerem com a imunização contra a Covid-19. 

O documento que ressalta a importância de seguir as orientações dos especialistas, profissionais da saúde e cientistas, fortalecer a saúde pública e combater a rede de desinformação em torno da doença. A declaração pode ser conferida na íntegra no site e redes sociais da organização.

Assinada por líderes de diversas tradições religiosas, a declaração também salienta que cada brasileiro tem o dever de conter a disseminação do coronavírus, tanto através das medidas de autocuidado quanto por meio da adesão à campanha nacional de vacinação.

Segundo a Pra. Romi Bencke, a vacinação é um cuidado coletivo, um ato de fé, generosidade e compaixão para consigo e a sociedade. “A vacinação é uma atitude de amor a si mesmo e à pessoa próxima. Quando tomamos a vacina, demonstramos em gesto concreto que estamos comprometidos e comprometidas com o bem comum”, explica a Secretária Geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC).

Além disso, a declaração honra a incansável luta dos profissionais da saúde ao redor do mundo para erradicar a doença, e chama à responsabilidade governantes pela má gestão do sistema público de saúde neste momento pandêmico e parte das lideranças religiosas, que tem contribuído para reforçar um discurso anticientífico.

De acordo com o Sheikh Mohamad Al-Bukai, Diretor de Assuntos Islâmicos da União Nacional das Entidades Islâmicas (UNI), demonstrar à população brasileira o quanto a vacinação é relevante, enquanto liderança religiosa, diz respeito ao compromisso com os seres vivos presentes no planeta. “Todas as religiões estão comprometidas com tudo relacionado à vida porque, segundo as religiões, a vida é sagrada, seja ela a vida de uma pessoa, animal ou natureza”, analisa ele.

Confira a declaração na íntegra clicando aqui.


Com informações do site: Religiões Pela Paz

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

URGENTE: PELA LIBERDADE IMEDIATA DO ADVOGADO JOSÉ VARGAS JUNIOR

O defensor de direitos humanos e advogado dos trabalhadores sem terra que sobreviveram ao Massacre de Pau D’Arco, José Vargas Sobrinho Junior, está preso desde o dia primeiro de janeiro de 2021 em Redenção, no Pará. Ele é acusado pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de envolvimento na desaparição do ex-candidato a vereador Cícero José Rodrigues de Souza.
 
No último dia 4, a justiça negou o pedido de liminar em habeas corpus impetrado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Vargas permanece em prisão preventiva. As organizações que assinam esta carta pedem a soltura imediata do advogado. 
 
As alegadas provas produzidas pela polícia contra Vargas – áudios de Whatsapp em que comentava o sumiço de Cícero – são absurdamente frágeis. No habeas corpus, a OAB argumenta que sua prisão havia sido baseada “em premissas hipotéticas, sem comprovação nos autos” que não poderiam “ancorar medida extrema, especialmente sob a imputação de crime hediondo”. No pedido ao Tribunal de Justiça, defende que a prisão está apoiada numa “fantasiosa tese levantada pela autoridade policial”.

Vargas tem longa trajetória em defesa dos direitos humanos no sul do Pará, a região onde mais foram assassinadas lideranças em conflitos no campo. No Massacre de Pau D’Arco, ocorrido em 2017, foram executados por policiais civis e militares dez sem-terra – um crime cujos algozes, até hoje, caminham em liberdade pelas ruas de Redenção. Ameaçado pela sua posição intransigente na busca por justiça e reparação para os sobreviventes, Vargas foi incluído no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos. O advogado chegou a ser forçado a deixar a cidade junto de sua família, sob intensas ameaças de morte.
 
Além de Pau D’arco, Vargas atua em casos emblemáticos, como na defesa de trabalhadores contra a multinacional JBS, e de indígenas Kayapó contra empresas mineradoras. Reconhecido por sua atuação, recebeu o prêmio João Canuto em 2017, concedido pelo Movimento Humanos Direitos (MHuD), e a medalha Paulo Frota 2018, outorgada pela Assembleia Legislativa do Pará.

Vargas foi preso em casa diante de sua esposa e de suas duas filhas. Seu computador e seu telefone celular foram apreendidos. A prisão afeta não somente a ele e sua família, mas também a centenas de pessoas dos casos em que ele atua – trabalhadores sem terra, indígenas, camponeses: a gente pobre desta terra, e de quem Vargas sempre foi um aliado.

O grave desaparecimento de Cícero – que, além de ex-candidato a vereador, é presidente da Associação Regional de Pessoas com Epilepsia de Redenção – deve ser investigado e elucidado. Desde o dia 20 de outubro de 2020, não há informações sobre o seu paradeiro. Também demandamos, assim, que as investigações prossigam e que Cícero seja encontrado; e prestamos solidariedade à sua família, que está sofrendo.
 
E exigimos o imediato relaxamento da prisão de Vargas. Ele possui o direito constitucional de responder em liberdade pelas acusações que lhe forem feitas, como prevê a legislação brasileira para pessoas com vínculo empregatício comprovado, residência fixa e sem antecedentes criminais. O que se pede, então, é que a Lei seja cumprida e os ritos processuais sejam seguidos. Arbitrária, a prisão de Vargas coloca em xeque a credibilidade do Estado de Direito no Brasil. Neste momento em que as instituições brasileiras estão sob ameaça, mais do que nunca, perguntamos: serão letras mortas, as nossas leis?

Segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

ASSINAM:
Acampamento Jane Júlia – Pau D’Arco
Articulação dos Povos Indígenas no Brasil (APIB)
Articulação Comboniana de Direitos Humanos
Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais no Estado da Bahia (AATR)
Brigadas Populares
Campanha Nacional em Defesa do Cerrado
Centro de Apoio aos Direitos Humanos Valdício Barbosa dos Santos
Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis
Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Thomas Balduino
Coletivo Margarida Alves de Assessoria Popular
Conselho Indigenista Missionário (Cimi)
Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ)
Front Line Defenders
Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (IDMJR)
Justiça Global
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH)
Movimento Pela Soberania Popular na Mineração (MAM)
Movimento Terra Livre
Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)
ONG Criola
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Redenção/PA
Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (RENAP)
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo (Sindipetro) PA/AM/MA/AP
Sociedade Maranhense de Direitos Humanos
Terra de Direitos
Tuxa Ta Pame – Conselho de Gestão Ka’apor
VIVAT International – Brasil
 
 
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